Está acontecendo neste momento na ALEPA a entrega da comenda Mãe Doca para os Afro religiosos.
A comenda foi institutída em 2009 pelo Poder Legislativo do Estado do Pará por iniciativa a e projeto da deputada Bernadete Ten Caten (PT), e é concedida como reconhecimento da ALEPA às pessoas que trabalham na divulgação, manutenção e preservação das manifestações das religiões de matrizes africanas, mas somente em 2011 foi realizada a primeira sessão solene e entrega da comenda.
Neste ano de 2012 os homenageados são: Mametu Kaia Onilegi (Kátia Hadad) pelo PSOL; Pai Fernando Antônio Santos Rodrigues pelo PSDB; Huntó Ivonildo dos Santos (Nego Banjo) pelo PMDB; Mãe Maria Emília Miranda dos Santos pelo DEM; Mãe Vanda de Ogum Rompe Mata (Vanda Lúcia dos Santos Soares) pelo PSB; Táta Kinamboji (Arthur Leandro) pelo PT; Mametu Muagile (Mãe beth de Bamburucema – Elizabeth Leite Pantoja) pelo PSC; Pai Bené (Benedito Saraiva Monteiro) pelo PV; e a pesquisadora Anaíza Vergolino-Henri pelo PDT.
A sessão solene de entrrega da Comenda Mãe Doca acontece nesta segunda-feira, 23 de abril, as 10h no Palácio da Cabanagem, rua do Aveiro, 130 - Cidade Velha, Belém/PA.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Mametu Nangetu e Mametu Muagilê negociaram com a SEJUDH-PA a regularização de Terreiros como Templos Afro-religiosos.
Mametu Muagilê e Mametu Nangetu na articulação pelos direitos das comunidades afro-religiosas na cidade de Belém. Matéria da revista Africas.
Mametu Nangetu (esquerda) com o Secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos, José Acreano Brasil Junior (centro), e Mametu Muagilê (direita) reuniram no gabinete do secretário na SEJUDH. (foto de celular, tecnologia do possível/ Projeto Azuelar).
Nesta terça-feira (20) pela manhã o Secretário de Estado da Justiça e Direitos Humanos, Dr. José Acreno Brasil Jr., recebeu Mametu Nangetu e Mametu Muagilê, representantes do Candomblé de Angola (sociedade civil organizada) no Conselho Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, em uma reunião cuja pauta foi políticas públicas afirmativas para os povos tradicionais de terreiros do Estado do Pará.
As duas conselheiras levaram a questão da legalização juridica dos Terreiros como Templos Afro-religiosos como a necessidade mais urgente a ser atendida, e apresentaram ao secretário as ações do FORUMPUAR – Fórum Paraense de Umbandistas e Afro-Religiosos – infoprmando que as organizações dos terreiros já haviam buscado parceria com o Grupo de Estudos Afro-Amazônicos GEAAM/UFPA e com a Comissão de Igualdade Racial da OAB-PA, para iniciar um processo de legalização jurídica dos terreiros, e comunicaram ao secretário que que já haviam iniciado uma conversa nesse sentido com o governo anteiror e que 18 terreiros haviam apresentado a documentação nencessária para que a Comissão de Igualdade Racial da OAB-PA iniciasse o processo que já tramita na Ação Social Integrada do Palácio do Governo – ASIPAG.
Durante a reunião, foi acordado que a Sejudh promoverá a regularização jurídica de seis terreiros Afro-religiosos e de Umbanda. “Com esse trabalho (legalização), poderemos fortalecer essas comunidades para que estas possam captar recursos. Outra articulação da Sejudh será destinada a promover um seminário para destacar a importância da não discriminação desses povos, e valorizar a colaboração que essas comunidades tem na questão social. Afinal, estas atuam no acolhimento de pessoas que estão mais vulneráveis, como: crianças, adolescentes, homossexuais, mulheres vítimas de violência”, explica.
A Secretaria pretende articular ainda a legalização de mais 20 terreiros. Esse processo de legalização já representa uma grande conquista para essas comunidades, já que representantes como Mametu Nangetu afirmam sofrer com o preconceito dos segmentos fundamentalistas cristãos. “Nós passamos por discriminações pelo desconhecimento da sociedade diante da nossa cutura. O nosso povo tem direitos também”, ressalta ela.
O desconhecimento sobre os Povos Tradicionais de Terreiros foi apontado como dado que dificulta a elaboração de políticas públicas para os afro-religiosos, Mametu Muagilê ressaltou que tanto o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome quanto o Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia haviam realizado mapemento recente nos terreiros, e que pelas informações obtidas na zona metropolitana de Belém é possível estimar que os Povos de Terreiros representam entre 7,5 e 10% da população da capital paraense, e Mametu Nangetu acrescentou que esses dados só serão precisos quando o IBGE tratar da nossa população com seriedade e fizer as perguntas sobre o nosso povo no formuleario padrão dos próximos censos.
Texto: Táta Kinamboji/ Projeto Azuelar – Insituto Nangetu/ Ponto de Mídia Livre.
Fontes: Mametu Nangetu e Ascom Sejudh
–
Diretoria de Projetos
Instituto Nangetu de Tradição Afro-religiosa e Desenvolviemnto Social/ Ponto de Mídia Livre.
Tv. Pirajá, 1194 – Marco da légua.
Belém do Grão-Pará.
66.087-490
91-32267599
Campanha – Doação de brinquedos, faça uma criança feliz.
No dia 27 de setembro, o dia dos santos gêmeos Cosme e Damião, o Mansu Nangetu realiza grande festa em homenagem a Vunji; e todos os anos fazemos distribuição de brinquedos para crianças carentes da vizinhança desta comunidade de terreiro.
FAÇA UMA CRIANÇA FELIZ, DOE UM BRINQUEDO NOVO OU USADO.
http://institutonangetu.blogspot.com/
http://afropara.ning.com/profile/InstitutoNangetuProjetos
http://picasaweb.google.com.br/nangetu.projetos
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Kizomba riá Pambu Njila Sete línguas de fogo.
Neste domingo dia 21/08 a partir das 14:00 H.
Entrada franca.
O terreiro fica na Av. perimetral, rua 6 de setembro, n 72
(próximo ao portão do Betina Ferro na UFPA)
A rua tá asfaltada e tem um posto policial no portão do Betina Ferro, quase na entrada da rua
Entrada franca.
O terreiro fica na Av. perimetral, rua 6 de setembro, n 72
(próximo ao portão do Betina Ferro na UFPA)
A rua tá asfaltada e tem um posto policial no portão do Betina Ferro, quase na entrada da rua
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Yê viva meu mestre!!
No dia 19 de Julho completou mais uma primavera o nosso grande mestre Nego Banjo, táta de n´kissi mais velho do candomblé no Pará. Numa reunião em baixo do seu pé de Obí, ele mostrou que ainda tem muitos fundamentos pra ensinar pelas Bandas de cá.
Que nosso pai Kavungo de muitos anos de vida para esse grande pai de nós todos do candomblé.
Gunzo!
https://picasaweb.google.com/103107937181485550757/AniversarioDoNegoBanjo#
Que nosso pai Kavungo de muitos anos de vida para esse grande pai de nós todos do candomblé.
Gunzo!
https://picasaweb.google.com/103107937181485550757/AniversarioDoNegoBanjo#
domingo, 31 de julho de 2011
Festa da Caboca Maria Légua
O rundembo Gunzo Ti Bamburucema abre as portas para a irmandade afroreligiosa com o culto de Mina da Caboca Maria Légua, Oferecido pela Yá Muru Jiruaé.
O toque é hoje e começa as 14 h.
Vale lembrar que a nação angola também cultua os caboclos mas que o toque hoje é de Mina, tradição afroreligiosa mais antiga no estado do Pará.
O toque é hoje e começa as 14 h.
Vale lembrar que a nação angola também cultua os caboclos mas que o toque hoje é de Mina, tradição afroreligiosa mais antiga no estado do Pará.
Cultura de angoleiros
Queremos registrar a passagem por Belém no mês de Julho dos capoeiristas Gercino Alves Batista e Rosângela Silva, ambos integrantes do grupo "Eu sou angoleiro" e da Cia. Primitiva de dança grupos orientados por mestre Joãozinho de Belo Horizonte MG.
Gersino é militante da cultura popular e umas das resistências no municipio de Lagoa Santa que fica à uma hora de BH, onde mantem uma associação cultural " A irmandade dos atores da pandega" que promove a pratica de cordão de boi- bumbá, congados, capoeira, circo, teatro entre outras.
Em Belém, Gercino ministrou oficinas de capoeira angola e dança afro.
Rosangela Silva esta fazendo a produção executiva do projeto "Kalunga a rota do sal" http://www.rotadosal.com.br/ . E como pesquisadora e afroreligiosa está aproveitando pra fazer conexões com as comunidades tradicionais de terreiro do Pará. E o rundembo foi um dos espaços visitados.
Gersino é militante da cultura popular e umas das resistências no municipio de Lagoa Santa que fica à uma hora de BH, onde mantem uma associação cultural " A irmandade dos atores da pandega" que promove a pratica de cordão de boi- bumbá, congados, capoeira, circo, teatro entre outras.
Em Belém, Gercino ministrou oficinas de capoeira angola e dança afro.
Rosangela Silva esta fazendo a produção executiva do projeto "Kalunga a rota do sal" http://www.rotadosal.com.br/ . E como pesquisadora e afroreligiosa está aproveitando pra fazer conexões com as comunidades tradicionais de terreiro do Pará. E o rundembo foi um dos espaços visitados.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
DEMA notifica ponto de cultura por crime contra o meio ambiente.
Poluição sonora?
Ontem o espaço cultural "coisas de negro", que a 19 anos realiza no distrito de Icoaraci a roda aberta de carimbó das 18 às 00 horas, foi notificado arbitráriamente por agentes da DEMA (delegacia do meio ambiente)http://dema.policiacivil.pa.gov.br/?q=content/legisla%C3%A7%C3%A3o-ambiental-do-munic%C3%ADpio-de-bel%C3%A9m. O grupo que estava tocando era o grupo " Som do pau oco" encabeçado pelo maestro Aquino. O espaço cultural coisa de negro, além da roda aos domingos promove também oficinas de música, cineclubes e outras atividades ligadas a cultura popular.
O argumento.
Os agentes estavam averiguando uma denúncia feita por um vizinho.Vale a pena ressaltar que foi a primeira vez que houve uma denúncia. Será que depois de 19 anos algum vizinho resolveu se indignar com uma causa tão nobre. Afinal de contas o carimbó é patrimonio cultural e o Espaço Cultural "Coisas de Negro" é um dos pouquíssimos espaços [de resistência] onde se preserva a cultura do carimbó.Chegando ao local os agentes disseram que o espaço precisava de revestimento acústico e tirar um Alvará e algumas licenças.Ponto de cultura tem que ter alvará?
O desfecho
A equipe composta por três agentes disse que se nós quisessemos continuar, nós poderiamos, mas eles teriam que cumprir o trabalho deles e voltariam pra recolher o Nego Rai, Griô e dono do espaço, e recolheriam também os equipamentos sonoros que esse espaço conseguiu com tanto sacrifício.
manifestação cultural afroparaense
O carimbó assim como todas as manifestações afrodescendentes foi proibido com repressão e violência durante a reforma de Antonio Lemos que visava embranquecer a cidade de Belém do Grão Pará. Muitos mestres morreram e morrem a minguá, sem auxílio, sem reconhecimento e assim vão as raizes de uma cultura afroamazônica milenar.
http://coisasdenegro.blogspot.com/
Rodrigo Ethnos
Ontem o espaço cultural "coisas de negro", que a 19 anos realiza no distrito de Icoaraci a roda aberta de carimbó das 18 às 00 horas, foi notificado arbitráriamente por agentes da DEMA (delegacia do meio ambiente)http://dema.policiacivil.pa.gov.br/?q=content/legisla%C3%A7%C3%A3o-ambiental-do-munic%C3%ADpio-de-bel%C3%A9m. O grupo que estava tocando era o grupo " Som do pau oco" encabeçado pelo maestro Aquino. O espaço cultural coisa de negro, além da roda aos domingos promove também oficinas de música, cineclubes e outras atividades ligadas a cultura popular.
O argumento.
Os agentes estavam averiguando uma denúncia feita por um vizinho.Vale a pena ressaltar que foi a primeira vez que houve uma denúncia. Será que depois de 19 anos algum vizinho resolveu se indignar com uma causa tão nobre. Afinal de contas o carimbó é patrimonio cultural e o Espaço Cultural "Coisas de Negro" é um dos pouquíssimos espaços [de resistência] onde se preserva a cultura do carimbó.Chegando ao local os agentes disseram que o espaço precisava de revestimento acústico e tirar um Alvará e algumas licenças.Ponto de cultura tem que ter alvará?
O desfecho
A equipe composta por três agentes disse que se nós quisessemos continuar, nós poderiamos, mas eles teriam que cumprir o trabalho deles e voltariam pra recolher o Nego Rai, Griô e dono do espaço, e recolheriam também os equipamentos sonoros que esse espaço conseguiu com tanto sacrifício.
manifestação cultural afroparaense
O carimbó assim como todas as manifestações afrodescendentes foi proibido com repressão e violência durante a reforma de Antonio Lemos que visava embranquecer a cidade de Belém do Grão Pará. Muitos mestres morreram e morrem a minguá, sem auxílio, sem reconhecimento e assim vão as raizes de uma cultura afroamazônica milenar.
http://coisasdenegro.blogspot.com/
Rodrigo Ethnos
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